É sabido por todos que existem os segredos da vida e os enigmas do universo, por isso quando muitas vezes os seres humanos mais destacados nos estudos se deparam com uns e ou com outros passam a se considerar impotentes para desvendá-los, como se eles estivessem muito além das suas capacidades inteligenciais, quando, na realidade, de modo algum não estão. Em decorrência, vem o desânimo, a falta de estímulo e o pensamento negativo que vai inviabilizando todo o esforço de investigação e de pesquisa em relação ao assunto, como se ele fosse de alguma maneira inútil. Mas isso é proveniente do fato de que os investigadores e pesquisadores estudiosos não conseguiram ainda se libertar da ilusão da matéria, desconsiderando aqui o estudioso do sobrenatural, cujo estudo é infrutífero e inútil.
Eu, pelo meu lado, não tenho o mínimo receio de ser barrado em qualquer das minhas pretensões de desvendar seja lá o que for, principalmente porque não tenho pretensões descabidas em relação ao contexto daquilo a que me propus realizar neste mundo, já que me restrinjo àquilo que seja compatível com os esclarecimentos necessários para elucidar a minha humanidade acerca daquilo que ela precisa ser esclarecida e que tem as condições necessárias para apreender.
Eu parto do seguinte princípio: a minha inteligência é proveniente da Inteligência Universal e se encontra em demanda Dela. Assim, como todas as coisas, fatos e fenômenos da natureza são regulados pela Inteligência Universal, a minha inteligência deve ter acesso a tudo isso, já que se encontra em demanda Dela, desde que eu não extrapole ao limite da linha que divide aquilo que me compete daquilo que não me compete, cuja linha demarcatória é traçada em função do meu estágio evolutivo, que indica a minha posição no âmbito do Universo e em minha aproximação cada vez mais acentuada em relação ao Criador, pois que assim eu sei, convictamente, o tanto que Deus se encontra contido em mim mesmo.