Quando normalmente os seres humanos são indicados para alguma tarefa que seja um tanto quanto mais árdua, que exige um maior esforço, que invoca um maior sacrifício, e que, em sendo assim, geralmente é bem penosa, requerendo sempre sofrimentos dolorosos de todas as naturezas, eles geralmente assim se expressam: “Pegaram-me para Cristo”.
Como se pode facilmente constatar, para que um ser humano se torne um Cristo de tal natureza, no âmbito do julgamento popular, ele sempre sai como se estivesse a se lamentar, mas triunfalmente, como estivesse sido escolhido para alguma tarefa que não fosse propriamente inglória, para ele gloriosa, mas que lhe iria trazer algumas dores que não seriam devidamente compartilhadas como os demais companheiros envolvidos no caso em questão.
De maneira um tanto quanto diferente, quando na escola um aluno é escolhido para representar a sua turma, ou mesmo a própria escola, ele sempre sai ufano, contente por haver se sobressaído em relação aos seus colegas, cujo ufanismo, associado com o contentamento, estende-se para os seus familiares, sem qualquer simulação de que tenha sido pegado para Cristo. E isso acontece também nas empresas e em todas as instituições e associações que existem, assim como nas comunidades e na sociedade em geral.
Sempre quando ocorria nalgum setor da vida algo parecido, em que eu estava presente e envolvido, integrando o rol dos possíveis escolhidos, com chances de ser ou não o escolhido, eu nunca olhava para mim mesmo, mas sempre para os meus companheiros, e sempre com um sorriso largo estampado na face analisando as suas expectativas de si mesmos e tentando descobrir, antes do escolhedor, quem poderia entre eles ser o escolhido, desde já me excluindo da sua escolha, já que sempre me considerava irrelevante em relação aos demais para estar entre os possíveis escolhidos para o objeto de que se tratava.
E agora eu pergunto: Por que me pegaram para ser o verdadeiro Cristo? Por que me pegaram para ser o futuro Cristo da minha humanidade?
Em relação às indagações acima, eu devo informar que aquele que me escolheu para Cristo não era qualquer um não, mas sim Jesus, o próprio Cristo, que antes foi também o Antecristo da sua humanidade, à qual a nossa humanidade segue na esteira evolutiva do Universo, que, depois, estando integrado à nossa humanidade, iria se tornar o Cristo, o Cristo dessa sua humanidade. Então, naturalmente, seria ele o escolhedor dos dois futuros expoentes da nossa humanidade, sendo um deles o que iria se tornar o Espírito Santo, e o outro o que iria se tornar o Antecristo, portanto, o futuro cristo da nossa humanidade.
Em analogia ao que foi acima exposto, eu não estava preocupado e muito menos pensando em qualquer possibilidade de ser o escolhido para ser o futuro Cristo da minha humanidade. E qual não foi a minha grata surpresa quando fui justamente eu o espírito escolhido para tão difícil e elevado encargo.
Tal como se eu estivesse transportando agora os meus pensamentos cá deste mundo para o Mundo de Luz em que eu me encontrava, nesse momento da escolha, a tudo eu abstraí, pois pouco ou quase nada me interessavam os conceitos e os pensamentos dos meus companheiros de humanidade, fixando os meus pensamentos apenas no longo caminho que teria que percorrer, mas desde já ciente de que iria percorrê-lo a contento, pois que nunca havia deixado de cumprir uma tarefa que a mim fosse destinada por algum espírito superior, a não ser que ele houvesse superestimado a minha inteligência e os meus atributos, o que nesse caso seria erro dele, e não meu, pois eu seria capaz de mostrar todo o meu esforço empregado no cumprimento dessa tarefa, assim como todo o meu empenho, e, acima de tudo, toda a dor sofrida pelo meu espírito por não havê-la cumprido, deixando patente que se tivesse pelos menos as condições mínimas para tanto, eu a teria cumprido satisfatoriamente, mas sem jamais acusar ao meu superior da sua má escolha, procurando ocultar ao máximo essa sua possível falha, trazendo todas as faltas para mim, como se eu mesmo tivesse sido negligente e imprudente, mas sem qualquer propósito de lesar, embora proviesse algum dano ou ofensa ao bem comum da minha humanidade.
Assim, é difícil, mas muito difícil, e pode colocar difícil nisso, que a peteca venha a cair das minhas mãos, pode cair das mãos de qualquer um, que eu sempre procuro reunir as condições necessárias para colocá-la novamente em suas mãos, para que ele possa arremessá-la novamente, em total conformidade com os seus próprios valores, seguindo sempre a ordem regular das coisas. Mas, além das minhas mãos, a peteca jamais poderia cair também das mãos de Luiz de Mattos e dos seus seguidores, assim como de outros grandes espíritos, pois então fatalmente seria quebrado o ritmo da evolução universal, levando muito tempo para que eu pudesse consertar a tudo isso, mas mesmo assim eu estaria disposto a tanto, pois praticamente a tudo eu me disponho a realizar em prol da minha mais que amada humanidade. Há aqui que se ressaltar, entretanto, que assim como eu sou, outros espíritos também são, embora a quantidade ainda seja pequena, então a peteca da mesma maneira também não cai das suas mãos.
Foi justamente por isso, quando eu ainda era uma taboa rasa, ao ler as obras de Luiz de Mattos, ainda afeito às expressões cearenses, eu pude exclamar para mim mesmo: esse cara é tão macho quanto eu! E assim, por extensão, também são machos todos os espíritos que não deixam a peteca cair das suas mãos. Sendo isso tudo em relação ao mundo, já que os homens são os reis do mundo. Enquanto que, em relação aos lares, que as mulheres sejam tão femininas quanto o foi a minha querida mãe, tanto ela como tantas mulheres que souberam ser as rainhas dos seus lares, portanto, mães, verdadeiramente mães, preparando os seus filhos para que eles possam agir cumprindo com as suas obrigações e deveres, às vezes também com as suas missões, no sentido de seguir os rumos gloriosos da nossa humanidade, que serão por mim traçados, quando da fixação dos meus ideais na Terra.
Por isso, tanto a inteligência como os atributos superiores individuais e os atributos positivos relacionais são de fundamental importância para a escolha dos espíritos que irão desempenhar uma determinada tarefa de relevo, em prol da nossa humanidade. No entanto, caso eu resolvesse listar, um por um, todos esses atributos e resolvesse também explaná-los a todos, com certeza toda uma existência neste mundo não seria o suficiente para esgotar os assuntos, principalmente porque eles se entrelaçam quando são utilizados, levando sempre a um novo assunto, que assim vai surgindo a cada instante, como que nos levando ao infinito, quer dizer, em direção a Deus, já que temos de retornar a Ele.
Contudo, devo ressaltar aqui o atributo superior individual da obediência, pois somente pode ser capaz de cumprir a contento uma tarefa que lhe foi designada, aquele que realmente sabe obedecer. E somente pode ser realmente capaz de mandar com racionalidade, aquele que realmente aprendeu a obedecer, pois que assim pode ser capaz de avaliar a capacidade de realização daquele que irá cumprir uma ordem.
No caso acima por mim citado, quando eu sugeri que o erro do não cumprimento de uma determinada tarefa da minha parte, seria proveniente do espírito que me designou tal tarefa, há que se considerar, necessariamente, que tal ideia partiu de um espírito superior que ainda não havia aprendido totalmente a arte de obedecer, em decorrência, a arte de mandar, daí o fato da ordem dever ser considerada em um patamar um pouco mais abaixo na hierarquia organizacional da nossa humanidade, ou seja, abaixo da hierarquia dos espíritos de luz que integram a plêiade do Astral Superior.
Porém, se eu mesmo resolver passar pessoalmente para o patamar acima, como sendo integrante da plêiade do Astral Superior, tendo designado uma determinada tarefa a outro espírito que se situa abaixo da minha categoria espiritual, iremos constatar o seguinte:
- Na realidade, quem mais sabe mandar sou eu, e também quem mais sabe obedecer sou eu, já que lhe sou superior na escala evolutiva hierárquica da organização da nossa humanidade, cuja superioridade foi conquistada por mérito próprio, por total merecimento, e não por indicação, como acontece aqui na Terra;
- Sou eu quem sabe realmente avaliar o seu atributo de mandar em relação aos espíritos que lhe são inferiores, então sou eu quem sabe avaliar o valor que ele detém em relação ao meu atributo de mandar;
- Sou eu quem sabe avaliar o seu atributo de obediência, tanto em relação a ele mesmo, como em relação a ele e ao que ele julga em relação aos espíritos que lhe são inferiores, então sou eu quem julga o valor que ele tem em relação ao meu atributo de obedecer;
- Assim, eu possuo bastante superioridade para lhe designar qualquer tarefa, segundo as conveniências do meu próprio julgamento, que será sempre em prol do bem comum, portanto, com vistas à sua evolução e do todo da nossa humanidade, tanto as que podem e devem ser por ele cumpridas, como as que podem e não serão cumpridas, e até as que dificilmente podem ser cumpridas;
- Com relação a uma determinada tarefa que pode e deve ser cumprida, eu faço uma avaliação da sua inteligência e de todos os seus atributos, assim como se fosse uma espécie de check-up da sua alma, na medida exata em que ele pode e deve realizá-la, segundo a extensão da sua capacidade de realização, sem qualquer superavaliação e sem qualquer subavaliação, já que todos os requisitos para a sua realização são devidamente considerados;
- Com relação a uma determinada tarefa que pode e não será por ele cumprida, os efeitos decorrentes do não cumprimento dessa tarefa deverão ser corrigidos por intermédio de outras medidas a serem adotadas, já previamente encontradas pela minha clarividência, quando então ele deverá ser devidamente esclarecido acerca das suas ações, quando no desempenho do cumprimento da tarefa, caso ele mesmo não se esclareça acerca dessas suas ações por si mesmo, após haver fracassado, quando então poderá avaliar mais profundamente o que tinha em si, mas que não soube utilizar, como deveria ter utilizado, por haver se deixado levar por influências outras;
- E com relação a uma determinada tarefa que dificilmente pode ser cumprida, o intento é que o espírito lance mão de toda a sua capacidade de realização, e, após isso, consiga estendê-la ainda mais, até que consiga atingir pelo menos as suas condições mínimas exigidas de realização, quando então, nesse patamar de evolução atingido, será capaz de realizar a tarefa que lhe foi destinada;
- Por fim, após um determinado patamar de evolução, a situação vai se invertendo, com ele dificilmente deixando de cumprir com a sua tarefa, até que, após um determinado estágio evolutivo, ele jamais deixe de cumpri-la, pois que dela irá depender a espiritualização da nossa humanidade, como da seguinte, e, por extensão, de todas as outras humanidades.
Como se pode constatar, somente nos patamares mais elevados da espiritualidade é que se pode designar as tarefas que realmente devem ser cumpridas, sem qualquer possibilidade dos seus não cumprimentos, pois que elas se revestem de uma importância fundamental para a evolução da nossa humanidade, pois nós temos que seguir o ritmo da evolução universal determinado por Deus para todos os seres, por conseguinte, para todas as humanidades que formam uma corrente e para todos os mundos.
E aqui vamos encontrar justamente o meu caso, pois quando Jesus retornou para a sua humanidade, na condição do seu Cristo, Luiz de Mattos assumiu a chefia da nossa humanidade. Assim, na condição de chefe da nossa humanidade, ele me entregou uma tarefa a ser cumprida na Terra, tendo eu que reencarnar neste mundo para cumprir com essa missão. Foi quando aqui eu pude contemplar a árdua e dificílima tarefa que a mim foi designada pelo chefe da nossa humanidade, no momento em que estava me dispondo a dar início ao seu cumprimento, logo no meu primeiro escrito, ao passar horas e horas meditando a respeito, a tudo abstraindo, pensando apenas na minha missão a ser cumprida, na minha tarefa a ser realizada, em si, como que a mensurar todo o seu grau de dificuldade, mas sem entrar em detalhes, quando eu pude então idealizar o seguinte:
A maior coisa que eu quero fazer,
É a menor coisa que eu sei fazer.
Esperarei o tempo que for preciso.
Farei tudo o que me for possível.
Mas a farei!
É certo que antes eu tive que realizar determinadas experiências científicas mundanas, que aparentemente depunham contra a minha moral, mas o fato é que aquele que não tem moral simplesmente a ignora, pelo fato de não sentir a sua presença em sua própria alma, enquanto que aqueles que a possuem no mais alto grau, quando às vezes são obrigados a feri-la, mesmo que em nome da ciência, em face das circunstâncias da sua missão, sente como que se a alma estivesse sangrando, o que explicarei mais detalhadamente em momento oportuno, ao descrever mais amiúde as minhas experiências científicas.
Foi por isso que Luiz de Mattos, manifestando-se em uma das sessões do Racionalismo Cristão, por ocasião do aniversário da sua desencarnação, em 15 de janeiro de 1933, cuja manifestação se encontra contida na obra Discursos de Antônio Cottas, as páginas 38 e 39, sabendo-se que ele sempre se utiliza da 2ª pessoa do plural quando se dirige diretamente ao seu semelhante, disse o seguinte:
“Desde que procureis vos remodelar nos vossos maus hábitos e costumes, sereis os instrumentos de que necessitamos para a explanação dela (a doutrina do Racionalismo Cristão, digo eu). É árdua a tarefa que vos entreguei (grifo meu) … Feliz, felicíssimo por ver os vossos desejos de remodelação, seguindo os ensinamentos da nossa bela doutrina.
Espero que os senões que têm ocorrido, e aos quais não ligo importância, por saber serem fraquezas, cessem por completo.
Pensai em mim nas vossas horas de inquietações, fadigas e fraquezas, e eu virei.
A luta material é grande, mas se ela é grande, a nossa não é menor. Penetramos em antros, sofrendo horrores, para arrancar de lá as feras que procuram entorpecer os seres. Procuramos limpar os lares honrados e dignos, e para isso é bastante que irradiem a nós.
Quanto maior a luta, mais satisfeitos vos deveis sentir”.
Somente eu e os espíritos que me acompanham com interesse dos seus Mundos de Luz somos capazes de avaliar as minhas mínimas condições de realização de uma tarefa de tal magnitude, que agora, para a felicidade da minha humanidade, assim como também para a minha, já que dela eu sou parte integrante, está sendo devidamente cumprida, pois que já estou mais ou menos próximo do fim da explanação da doutrina do Racionalismo Cristão, restando ainda a fixação dos meus ideais na face da Terra e algumas outras tarefas mais.
Conforme já disse em outros escritos, eu fiz das tripas coração, de um giro um giratório, desprendendo um esforço sobrecomum, quase supremo, envidando uma dedicação praticamente exclusiva, sem me incomodar com o que quer que fosse, ultrapassando as inúmeras barreiras e vencendo todos os obstáculos, mesmo sem dar qualquer importância a mim mesmo, já que o realmente importante era a minha própria humanidade, pois nem mesmo se a minha própria alma pudesse sangrar, e nessa luta ela estivesse a se esvair em sangue, mesmo assim a luta continuaria, e com apenas a última gota de sangue que restasse da minha alma, mesmo assim a luta continuaria, até que o sangue se esvaísse por completo, quando da cessação da minha existência, mas mesmo assim eu deixaria a minha honra de ser humano escrita com letras maiúsculas, para que toda a humanidade soubesse que aqui, neste mundo, viveu um homem que deixou de existir, mas jamais a sua própria honra.
Quer queiram, quer não, que me chamem de doido, de maluco, de louco, de perturbado, de obsedado, de doente mental, de vaidoso, de soberbo, de vagabundo, de incompetente, de vadio, ou seja lá do que for, que eu não me importo, e até mesmo que me chamem de Anticristo e me considerem como sendo o maior inimigo de Jesus, o Cristo, tendo por isso preparado um ambiente adverso para a minha vinda a este mundo, com todos temendo a minha presença, como se eu fosse o maior representante do mau, que eu também não me importo.
Mas que ninguém ouse afirmar que eu sou desonrado, pois caso tenha a petulância para fazer tal afirmativa, deve ter também ainda mais petulância para se manifestar a respeito diretamente para mim, quando então vai ter que comer tudo o que ousou pescar em águas desconhecidas, engolindo cada peixe que pescou, inicialmente a sua carne, considerada como sendo saborosa, através das próprias afirmativas e manifestações, depois, espinha por espinha, tendo que engolir a cada uma delas, mesmo que se engasgue, para que assim aprenda a natureza da injúria, ofendendo a dignidade de um espírito superior, e da difamação, que de outra maneira eu não me importo, como já afirmado, mas se referindo à minha honra, jamais.
O respeito é bom e deve ser cultivado nas almas das pessoas de bem, já que assim se torna importante para o relacionamento humano, conservando a paz espiritual entre todos e mantendo a saúde mental, assim como também a integridade física, que também é importante para a paz de espírito.
Aqui neste mundo-escola denominado de Terra tudo é diferente, pois os seres humanos se misturam uns aos outros quando encarnados, como se todos fossem realmente iguais em valores espirituais, desaparecendo por completo a hierarquia espiritual, que não pode ser reconhecida, já que todos se ocupam apenas da matéria, esquecendo-se do espírito, a não ser para adorar, louvar e pedir, rebaixando-se vergonhosamente perante um ser sobrenatural, que não existe, temente a ele, como no caso do deus bíblico, que não passava de um espírito quedado no astral inferior, que quando encarnado se chamava Jeová, assim como Alá e outros, sendo preferível proceder como os indígenas do que assim, pois pelo menos os indígenas adoravam ao Sol, que é uma das combinações das propriedades da Força e da Energia, portanto, duas das Propriedades de Deus, o verdadeiro.
Assim, os espíritos mais atrasados, sendo os mais egoístas e os mais ambiciosos, por serem ávidos por poder e riqueza, são os mais interessados em exercer as funções de líderes, considerando-se capazes de exercer as chefias deste mundo em todos os setores importantes, como se realmente fossem capazes de tais encargos. E o pior de tudo isso é que esses espíritos atrasados não possuem a mínima ideia do que seja ser líder ou chefe. Então empregam todos os meios e artifícios não recomendados para poderem chegar a essas posições de mando, maquinando tudo aquilo que as suas imaginações conseguem criar, e quanto maior se torna o desejo da conquista dos seus objetivos, tanto maior serão os artifícios e as maquinações empregados, pois que são diretamente proporcionais um aos outros.
Na realidade, o que esses espíritos inferiores almejam é uma forma de dominação do povo, através dos seus prestígios pessoais, como se eles realmente os tivessem, que são aceitos pela maioria dos dirigidos, que ainda não possuem o discernimento necessário para poderem separar aqueles que prestam daqueles que não prestam, sendo estes a sua esmagadora maioria, ou mesmo a sua quase totalidade.
Infelizes daqueles que buscam subir nesta curta vida terrena à custa de maquinações e artifícios condenáveis, sempre se utilizando da demagogia e, muitas vezes, empregando recursos monetários obtidos através do comprometimento moral, saldado através do erário público, como é o caso da reles política, assumindo posições que não lhes competem, sempre em interesse próprio, ignorando completamente que o interesse coletivo sempre tem que subjugar o interesse pessoal. Estes estão estupidamente procurando sarnas para se coçarem.
Todos esses infelizes podem ser os grandes daqui, deste mundo Terra, mas serão os pequenos de lá, da espiritualidade, nos Mundos de Luz.