Antigamente, na minha sacra ignorância a respeito dos seres humanos, da espiritualidade, uma das coisas mais engraçadas para mim era o fato de que, quando as mulheres passavam, os homens assobiavam e diziam piadinhas, tais como: Boazuda! Gostosa! Boneca! E tudo o mais do gênero. Geralmente, elas faziam uma cara bem séria, como se estivessem incomodadas com os gracejos, mas no íntimo saíam regozijadas, adorando a atração que estavam causando no sexo oposto. Elas mesmas, em conversas reservadas, confessavam abertamente as suas imensas satisfações para as demais. Eu ria, e pensava cá comigo. Que idiotas!
Essa satisfação íntima por parte das mulheres impele a que elas se vistam com roupas que realcem ao máximo as suas silhuetas curvilíneas, porque as fúteis têm a propensão para agradar a todos os homens, para se sentirem por eles atraídas, por isso investem o máximo que podem na sensualidade, ignorando totalmente a razão pela qual aqui se encontram encarnadas neste mundo Terra.
Em todos os lugares em que se encontram essas mulheres, tanto os seus pensamentos produzidos como os dos homens que as observam, assim como também os das outras mulheres, são totalmente voltados para a sensualidade, portanto, para o sexo, formando um ambiente pesado de desejos carnais, contribuindo para banalizar cada vez mais a prática do sexo avulso, indiscriminadamente.
Não estou com isso querendo dizer que a mulher deva se vestir com alguma espécie de hábito, tal como fazem as freiras. Que se vista bem, que tente acompanhar a moda, mas com simplicidade, com certa discrição, pelo menos sem muita sofisticação, pois as coisas mais simples são as mais fáceis de serem compreendidas, de serem observadas, de serem analisadas, pois os homens se sentem atraídos pelas coisas mais simples, rejeitando as mais complexas, pois ninguém, em sã consciência, busca as complicações das coisas mais complexas, em detrimento das facilidades das coisas mais simples, além do mais, qualquer vestuário, desde que confeccionado na medida certa, ressalta naturalmente a estrutura curvilínea do corpo feminino, realçando a sua silhueta, portanto, a sua feminilidade.
No entanto, com o seu marido, com o seu companheiro, que as mulheres fiquem à vontade, procedendo como bem entenderem.