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Em razão da Perfeição, Infinitude e Ilimitação, eu praticamente nada sei sobre Deus, a não ser aquilo que sobre Ele escrevi em minhas obras acerca das Suas Substâncias e mais alguns poucos escritos, e aquilo que Luiz de Mattos também escreveu sobre a natureza, em sua obra Vibrações da Inteligência Universal.

No entanto, a partir de um determinado estágio evolutivo, podemos aos poucos ir tirando do nosso próprio espírito aquilo que concebemos seja inerente ao Criador, em razão de sermos uma partícula da Sua Essência e havermos adquirido as parcelas das Suas Propriedades da Força, da Energia e da Luz. E à medida que vamos ascendendo aos estágios mais elevados da evolução espiritual, tanto mais profunda irá se tornando essa concepção, até alcançarmos o estágio evolutivo adquirido por Jesus, o Cristo, quando então iremos reunir as condições necessárias para assumirmos a condição de um verdadeiro deus, que já o somos, mesmo sem sabermos, mas sem jamais querermos ser o próprio Deus, que é o Todo, quando então poderemos chamá-Lo de Pai, em razão da profunda ideia concebida acerca do Criador.

Então, nós podemos partir do princípio de que Deus se encontra em nós mesmos, já que tal Pai, tal filho, pois assim como deve ser o Criador, deve ser a Sua criatura. Em sendo assim, neste atual estágio evolutivo em que me encontro, no qual eu alcancei o estágio evolutivo do Antecristo, ainda não reúno as condições próprias do Cristo para chamá-Lo de Pai. No entanto, eu posso partir do princípio de que Deus também se encontra contido em mim mesmo, consoante o meu estágio evolutivo alcançado.

E partindo deste princípio, não em termos imaginativos, mas em analogia, eu posso então exteriorizar a minha imensa alegria em face do Criador receber novamente em seu seio um filho amado ao qual ele gerou e assistiu desde o seu nascimento para o Universo, que por bilhões e bilhões de anos em sua trajetória evolutiva nunca o reconheceu como Pai, pois somente agora está conseguindo reconhecer a Sua verdadeira existência, através das Suas Substâncias, cujo reconhecimento se deu por intermédio do irmão mais evoluído, Jesus, o Cristo, o qual já conseguiu reconhecê-Lo como Pai, sem O confundir com os outros deuses inoculados na imaginação humana, sendo, portanto, falsos, mas diferentemente do nosso Redentor, sem ainda reunir as condições necessárias para reconhecê-Lo e chamá-Lo verdadeiramente de Pai, assim como o irmão mais evoluído assim já reconheceu, e, portanto, assim O chama.

É incalculável esta minha felicidade, a qual será ainda muito mais estendida, tendendo ao infinito, quando eu conseguir reunir as mesmas condições do irmão mais velho e pela primeira vez chamá-Lo de Pai. É o que ainda o farei!