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Todos os seres humanos são obrigados a contrair matrimônio, para que através do casamento possam constituir as suas famílias, pois que são elas que formam todo o corpo da nossa humanidade, por isso se diz que a família é a célula da humanidade, e se diz isso acertadamente. É óbvio que eu também cheguei ao casamento, pois precisei das experiências que nele colhi, já que sem essas experiências ninguém consegue se aprimorar evolutivamente.

Eu poderia até me aprimorar em minha evolução espiritual lançando mão principalmente do meu raciocínio, mas aí eu perderia tempo, e tempo eu não posso perder, já que teria que sopitar em um curto período de tempo todos os atributos individuais inferiores que me haviam sido apontados por Luiz de Mattos, quando eu ainda me encontrava encarnado como Ruy Barbosa, e nesse meu desiderato o casamento foi de fundamental importância.

No entanto, não foi propriamente o casamento em si que possibilitou a que eu sopitasse a esses meus atributos individuais inferiores, mas sim a mulher com quem me casei pela primeira vez, pelo que lhe ficarei eternamente agradecido pela sua valiosa ajuda, ocasião em que peço as minhas desculpas por tê-la utilizado como instrumento para os meus objetivos, apesar dela haver sido devidamente informada quando em plano astral. Então o casamento em si é outra coisa, quero dizer, o casamento possibilita colher as experiências que lhe são próprias, inerentes ao próprio instituto que ele representa para a nossa humanidade.