É certo que Jesus, o Cristo, não nos deixou nada escrito porque ele via e ouvia os espíritos de luz que integram o Astral Superior, por isso não poderia mostrar a sua alma para a nossa humanidade, que, aliás, não se encontrava preparada para vê-la, como até hoje ainda não se encontra com tal preparo. É o que vamos encontrar em na Bíblia, em João 8:26, cuja passagem diz o seguinte:
“Tenho muitas coisas para falar a respeito de vós e para julgar. De fato, aquele que me enviou é verdadeiro, e as próprias coisas que ouvi dele, eu falo ao mundo”.
Aqueles que raciocinam com mais profundidade devem ser sabedores de que a Bíblia é um livro mentiroso e até perigoso, pois que convertem os seres humanos em bíblicos, que são pessoas de mentalidades deveras atrasadas, que acreditam em todas as suas baboseiras, mas o Astral Superior inseriu alguns textos bíblicos para que fossem utilizados para o esclarecimento daqueles que possuem as suas mentes mais aguçadas, como podemos ver em João 8:28-29, que mais uma vez nos esclarece o porquê de Jesus, o Cristo, haver se manifestado neste mundo através de palavras, assim:
“Portanto, Jesus disse: ‘Uma vez que tiverdes erguido o Filho do homem, então sabereis que sou eu e que não faço nada da minha própria iniciativa; mas sim como o Pai me ensinou, estas coisas eu falo.
E aquele que me enviou está comigo; ele não me deixou só, porque faço sempre as coisas que lhe agradam”.
É sabido que Jesus, o Cristo, pertence à humanidade que a nossa segue na esteira evolutiva do Universo, tendo ele formulado um plano para a nossa espiritualização. Nesse seu plano espiritualizador, estava escrito que a verdade deveria ser transmitida por um dos espíritos integrantes da nossa humanidade, que também seria o responsável pela fundação do seu racionalismo, o Racionalismo Cristão, cujo espírito deveria ser um dos expoentes de toda a nossa humanidade, o qual se tornaria o nosso chefe, por isso somos hoje comandados por Luiz de Mattos, já que Jesus, o Cristo, retornou para a sua própria humanidade, com o outro expoente assumindo a missão de explanar o Racionalismo Cristão, que é este que se encontra neste momento rabiscando estas mal traçadas linhas, tal como sendo o nosso Antecristo.
Em sendo assim, como realmente é assim, e como jamais poderia ser diferente, a verdade não havia ainda sido transmitida para a nossa humanidade, já que o próprio Jesus, o Cristo, anunciou para o mundo a vinda de um outro ajudador, que no caso seria o espírito da verdade, o qual permanece conosco e está entre nós. Esse espírito da verdade é Luiz de Mattos, que por não conter em seu espírito qualquer mancha ou nódoa, pode ser considerado como sendo o nosso Espírito Santo, o que implica em dizer que temos o Pai e o Espírito Santo entre nós, faltando apenas o filho, cuja lacuna será preenchida quando tivermos o nosso próprio Cristo em nosso seio, o que deverá ocorrer quando eu retornar da humanidade que segue a nossa na esteira evolutiva do Universo, quando lá desempenharei o mesmo papel que Jesus, o Cristo, desempenhou em nossa humanidade. Esse anúncio do espírito da verdade se encontra na Bíblia, mais propriamente em João 14:15 a 17, que diz o seguinte:
“Se me amardes, observareis os meus mandamentos; e eu solicitarei ao Pai e ele vos dará outro ajudador para estar convosco para sempre, o espírito da verdade(grifo meu), que o mundo não pode receber, porque nem o observa nem o conhece. Vós o conheceis, porque permanece convosco e está em vós”.
E assim fica ainda mais explicitada a razão pela qual Jesus, o Cristo, não nos deixou nada por escrito, não somente porque ele via e ouvia os espíritos de luz integrantes da plêiade do Astral Superior, mas também porque havia um plano previamente elaborado por ele para ser seguido, cujo plano previa a transmissão da verdade por um dos integrantes da nossa humanidade, que também seria o responsável por fundar o instituto do Racionalismo Cristão, de onde deveria surgir o nosso Antecristo, que após cumprir com os seus desígnios para com a humanidade que segue a nossa na esteira evolutiva do Universo, retornaria como sendo o nosso próprio Cristo.