℗ 0154

Jesus, o Cristo, foi o único espírito que conseguiu contemplar diretamente a Deus, tirando diretamente de si mesmo tudo aquilo que dizia respeito ao Criador, mas ele não pertence à nossa humanidade, mas sim à humanidade que seguimos na esteira evolutiva do Universo. No entanto, ele é uma partícula individualizada, enquanto que Deus é o Todo, do qual ele faz parte integrante. Esta é a única diferença que existe entre ele e Deus, daí a razão pela qual ele O chamou de Pai.

Eu fui o único espírito integrante da nossa humanidade que conseguiu contemplar diretamente a Deus, tirando de mim mesmo tudo aquilo que dizia respeito ao Criador, por isso pude organizá-Lo no meio deste mundo, esclarecendo a todos acerca da Sua natureza. Do mesmo modo que Jesus, o Cristo, eu sou uma partícula individualizada, enquanto que Deus é o Todo, do que eu faço parte integrante, assim como também todos os seres. Esta é a única diferença que existe entre mim e Deus, mas eu não alcancei ainda a evolução espiritual do Cristo, por isso ainda não consegui contemplá-Lo diretamente da maneira como Jesus, o Cristo, contemplou, por essa razão eu não posso e nem devo chamá-Lo de Pai, embora Ele realmente o seja, pois que essa afirmativa tem a sua legítima procedência, mas eu somente vou assim chamá-Lo quando conseguir contemplá-lo diretamente, tal como Jesus, o Cristo, contemplou. Porém, quando eu retornar daqui a 4.000 anos, aproximadamente, explanarei para todos os seres humanos o porquê de haver o Cristo chamado a Deus de Pai.

No entanto, em imitação grotesca e estúpida a Jesus, o Cristo, a classe sacerdotal passa a chamar a esse seu deus bíblico de pai, quando realiza as suas preces, roga, implora e pede misericórdia, enquanto ao mesmo tempo manipula a esse deus bíblico de todas as maneiras possíveis e imaginária, cujo intuito é a fidelização dos seus arrebanhados e a conquista de outros arrebanhados, mas que a intenção é o poder e a riqueza, com ambos estando agora invertidos, em face dos tempos atuais.