Caso alguém me perguntasse: “‒ Como você conseguiu penetrar no Saber, por excelência?”; eu remeteria a resposta para o grande sambista Martinho da Vila, que em uma das músicas que canta, negando a facilidade nesta vida para se tornar um burguês, diz o seguinte: “E quem quiser ser como eu, mas terá que penar um bocado, um bom bocado, vai penar um bom bocado”.