Eu envido todos os esforços que consigo desprender do mais profundo de minh’alma para praticar o bem, tanto em particular aos meus semelhantes, como em geral à minha humanidade, mas não quero qualquer recompensa pelo bem que pratico, nem sequer um muito obrigado, como que em decorrência, nada que possa ser incorporado ao meu acervo espiritual em função do bem que pratico, pela simples razão fácil de explicar:
Eu não pratico jamais o bem com a intenção de evoluir, eu evoluo sempre com a intenção de praticar o bem.