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É um fato que praticamente todos os seres humanos pensam que o Antecristo, tal como se fosse o Anticristo, em que este último não existe, sendo apenas fruto da imaginação humana, como se fosse um inimigo de Jesus, o Cristo, quer levar as almas dos seres humanos para o inferno, que também não existe, a não ser em analogia com o astral inferior, para onde vão as almas daqueles que são mais materializados.

Mas o que ocorre é justamente o contrário do que todos aqueles que assim pensam, pois que o Antecristo, o verdadeiro, o que realmente existe, ao invés de levar as almas dos seres humanos para o inferno, ou para o astral inferior, como queiram, deixa a sua própria alma gravada neste mundo por todo o sempre, em toda a história da nossa humanidade, através das suas obras, assim como também os seus ideais, que são os reflexos da sua alma, impedindo assim que as almas venham a ficar decaídas no astral inferior.

E para que todos os seres humanos modifiquem os seus pensamentos em relação ao que o instituto do Antecristo representa no contexto universal das humanidades, que é o embrião do instituto do Cristo, optando por segui-lo ou não, conforme sejam as decisões dos seus livres arbítrios, ele se deslocará da nossa humanidade para a outra humanidade que nos segue na esteira evolutiva do Universo, para cumprir com o seu papel na corrente das humanidades existentes, deixando a nossa humanidade livre da sua presença, para que assim as reflexões humanas possam ser praticadas sem a sua influência.

Eu consegui alcançar a condição do Antecristo. Passarão, pois, quatro mil anos com a minha ausência. Caso a nossa humanidade anseie pelo meu retorno, eu retornarei, e reencarnarei aqui neste mundo-escola novamente. Caso ela venha a me repudiar, decidindo pelo meu banimento deste mundo, mesmo assim eu serei obrigado a retornar para a minha própria humanidade, mas não mais reencarnarei neste mundo Terra, permanecendo no meu próprio Mundo de Luz, tudo em conformidade com os desígnios de Deus, pois que também posso fazer uso do meu livre arbítrio, não encarnando em um meio que me repudia. A humanidade, então, que decida, se quer ou não o seu retorno ao seu meio.

Em caso positivo, eu somente virei, caso os seres humanos deixem de ser medrosos.