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A influência é o resultado do estado em que uma coisa se encontra ou da ação que ela pratica e que flui para outra coisa, gerando as causas que tornam a esta outra coisa suscetível aos seus efeitos correspondentes. No caso da influência que uma pessoa exerce sobre outra, os estados em que ela se encontra, como nos casos da alegria e da tristeza, da animação e do desvanecimento, da motivação e da desmotivação, da saúde e da doença, e de outras, ou as ações que ela pratica, como nos casos de escrever, falar, excitar, empolgar, e outras, com alguma finalidade, geram as causas que tornam esta outra pessoa suscetível aos seus efeitos correspondentes. Alguns substantivos, que antes são adjetivos, como o prestígio, que torna a pessoa prestigiosa, o crédito, que torna a pessoa creditária, o poder, que torna a pessoa poderosa, a fama, que torna a pessoa famosa, e outros, são formas de ascendência que possibilitam o predomínio de uma grande influência de uma pessoa sobre outra.

Em suas investigações e pesquisas, os seres humanos sempre realizaram os seus estudos e as suas experiências do fator influência analisando essas nuances que formam o todo do meio ambiente terreno, mas nunca se dispuseram a analisar o fator influência nas nuances que são próprias da espiritualidade, o que é lógico e compreensível, uma vez que eles ainda não se encontram espiritualizados, sendo, pois, todos ignorantes acerca da espiritualidade.

Luiz de Mattos, quando se encontrava encarnado, transmitiu para este mundo os principais conhecimentos metafísicos acerca da verdade, conseguindo formar uma doutrina, e através dela fundar o Racionalismo Cristão, em que a intenção do nosso veritólogo maior, cuja intenção era nobilíssima, diga-se de passagem, para que assim a nobreza possa ser fecundada em nossa humanidade, era espiritualizar toda a nossa humanidade. Nesse seu desiderato, ele reptou todo o mundo, tanto o pensante, através dos cientistas, que medravam na ilusão da matéria, como o não pensante, através dos sacerdotes e líderes credulários, que medravam no sobrenatural. Aqueles que se atreveram a debater com o atual chefe da nossa humanidade, foram castigados com uma zurzidela através do látego da verdade. Aqueles que se conformaram com a zurzidela procederam com certa nobreza, mas aquele que fugiu para o exterior em obediência à ordem superior, procedeu com muita covardia, que foi o chefe do protestantismo no Brasil, e aquele que mandou assassinar ao que manejava com vigor o látego da verdade, procedeu com imensa covardia e extrema sordidez, de modo traiçoeiro e com o agravante da surpresa, que foi o primeiro cardeal do Brasil, o cardeal Arcoverde.

E assim, o gigante Luiz de Mattos demoliu com todos os edifícios sociais que haviam sido construídos em nossa humanidade no decorrer do tempo, utilizando-se da dinamite da verdade, como ele mesmo assim se expressa, retornando para o seu Mundo de Luz e deixando este mundo totalmente em ruínas, para que assim um novo edifício social pudesse ser por mim construído, utilizando-me da arquitetura e da engenharia da sabedoria, para que assim a razão pudesse imperar de vez neste mundo.

Luiz de Mattos, o fundador da doutrina do Racionalismo Cristão, na qualidade de veritólogo, faz parte do mundo sentimentalizante, sendo, portanto, um conhecedor, por excelência. Eu, o explanador da doutrina do Racionalismo Cristão, na qualidade de cientista, depois como saperólogo, e agora como ratiólogo, faço parte do mundo pensante, sendo, pois, um experimentador, por excelência.

No período em que Luiz de Matos se encontrava encarnado neste mundo, eu também por aqui me encontrava, estando encarnado como Ruy Barbosa. Ele em cumprimento da sua missão, e eu em cumprimento da minha, mas ambos em obediência às determinações que se encontravam contidas no plano de espiritualização para a nossa humanidade, que havia sido elaborado por Jesus, o Cristo, quando ele ainda se encontrava na condição de Antecristo.

Após reptar todo o mundo pensante, ele pretendeu que eu me dispusesse a estudar a vida fora da matéria, por conseguinte, os mundos que rolam pelo espaço, já que me considerava a maior mentalidade das Américas e o maior erudito da raça. Eu então declarei que já me achava muito velho para esse complexo encargo, pelo que declinei de atender a essa sua pretensão. Quase inconformado, ele pôs em suas obras esta minha declaração, utilizando-se de um determinado tom em sua escrita que dava a entender que não concordava plenamente com ela, mas que também não discordava.

Eu era apenas um cientista, um cientista que era mais afeito à área humana, e não aos laboratórios que lidam com a ilusão da matéria, não sendo, portanto, propriamente um pensador. Para que eu pudesse ter aceitado a um possível desafio para debater com ele, eu teria que ser um legítimo e autêntico pensador, e isto eu ainda não era, por isso nós não debatemos. Mas, de qualquer maneira, eu era o maior de todos os advogados, e caso tivesse resolvido aceitar a uma possível causa de debater com ele em nome dos pensadores, sinceramente não sei o que poderia ter ocorrido, por isso o Astral Superior não permitiu a ocorrência desse debate.

Mas realmente eu já me encontrava muito velho para estudar a vida fora da matéria, portanto, os mundos que rolam pelo espaço, pois como não era um conhecedor, por excelência, mas sim um experimentador, por excelência, eu teria que realizar todas as experiências científicas acerca da espiritualidade, para que somente depois pudesse comprovar realmente todo o seu fundamento, certificando a sua existência. Então eu tive que reencarnar como Pamam, a fim de poder realizar a todas as experiências científicas necessárias, investigando e pesquisando todo o contexto acerca da espiritualidade, fazendo deste mundo um grande laboratório, até que consegui alcançar a condição do Antecristo, para que nesta condição, que antecede à condição do Cristo, eu pudesse explanar a doutrina do Racionalismo Cristão, uma vez que a minha explanação deveria ser o desfecho do fabuloso plano elaborado por Jesus, o Cristo, para a espiritualização da nossa humanidade.

Daí a razão pela qual eu mergulhei fundo de cabeça nesse mar de lama que cobre todo o ambiente infecto deste mundo, e me deixei arrastar pelas suas fortes correntes voltadas para o mal, mas sem jamais praticá-lo, sempre em conformidade com as afinidades que essas correntes tinham com os meus atributos individuais inferiores que me tinham sido apontados por Luiz de Mattos, quando na minha encarnação passada como Ruy Barbosa, os quais eu deixei ficar estrategicamente em minha alma, para que então pudesse realizar com eficácia a essas minhas experiências científicas.

E assim, sendo arrastado por essas fortes correntes avassaladoras, eu pude analisar detalhadamente tudo aquilo que de mal o ambiente deste mundo pode levar o ser humano a praticar, quando os seus atributos individuais inferiores são afins a essas correntezas avassaladoras, mas estando devidamente amparado pela minha ética, que já se encontrava completa em minha alma, eu jamais cometi o mal neste mundo, pois que dela eu sempre lancei mão nos momentos mais difíceis desta minha vida de encarnado, agora como Pamam, na qual eu alcancei a condição evolutiva do Antecristo, mais especificamente nos momentos cruciais, decisivos, quando ela se fez mais necessária, em face dos ataques vigorosos, constantes, ininterruptos, violentos até, que sofria por parte dos espíritos obsessores quedados no astral inferior, praticantes de todos os tipos de males deste mundo.

Somente após analisar detalhadamente tudo aquilo que era afim ao meu “eu” e ao ambiente deste mundo, tendo mensurado devidamente toda a pujança da sua influência sobre mim, eu pude então sopitar de vez a todos esses atributos individuais inferiores que se encontravam manchando a minha alma, causando nódoas em meu corpo fluídico, ou em meu perispírito, ocasião em que puderam aflorar em meu espírito todos os atributos individuais superiores que eu possuía, quando então a minha moral se tornou realmente completa.

Enquanto isso, eu também me deixei arrastar na medida exata por essas fortes correntes, para que também pudesse analisar detalhadamente tudo aquilo que não era afim ao meu “eu”, mas que era afim ao ambiente deste mundo, tendo mensurado devidamente toda a pujança da sua influência sobre mim, pois que não tinha qualquer afinidade com essas correntes, e também sobre os meus semelhantes, que tinham ou não afinidades com essas correntes, a fim de encontrar um modo seguro e eficaz para que eles pudessem sopitar os seus atributos individuais inferiores e os seus atributos relacionais negativos, por conseguinte, para que pudessem adquirir os atributos individuais superiores que formam a moral e os atributos relacionais positivos que formam a ética,  tornando-se assim mais educados.

Tudo isso diz respeito diretamente às minhas experiências científicas acerca do ambiente terreno, por isso eu tive que fazer deste mundo um grande laboratório para as minhas investigações e pesquisas, pois que como cientista da espiritualidade, avesso aos cientistas da matéria, eu tinha que sentir em minha alma toda a força da sua influência, tanto sobre mim como também sobre os meus semelhantes, inclusive a maior de todas as influências mundanas, que influem diretamente sobre praticamente todos os seres humanos, causando dependência, destruindo pessoas, lares, famílias, amizades, e até vidas, que são as drogas ilícitas de todos os tipos, em que aqueles que comercializam com esse tipo de droga, que são os denominados de traficantes, matam-se uns aos outros em busca dos pontos de vendas, e também matam aos que não saldam as suas dívidas para com eles.

Além do mais, a ilusão da matéria e o devaneio do sobrenatural, antagônicos entre si, inimigos ferrenhos um do outro, pois que ambos não existem, mas que representavam os dois únicos fatores que impediam o emergir da espiritualidade neste mundo, teriam necessariamente que ser vencidos. A baixa espiritualidade, representada pelos espíritos quedados no astral inferior teria que ser comprovada e certificada cientificamente a sua influência e a sua existência. O mal teria que ser extinto da nossa humanidade, e todos os problemas do mundo teriam que ser resolvidos. Por isso não foi à toa que eu mergulhei de cabeça no mar de lama que cobre todo o ambiente infecto deste mundo, pois eu tinha uma grande finalidade a ser alcançada.

Daí a razão pela razão Confúcio afirmou que o seu super-homem tinha que estar munido principalmente das qualidades da inteligência, da coragem e da boa vontade, pois que os atributos individuais inferiores que ainda restavam em meu espírito eram de fundamental importância para que eu pudesse realizar as minhas experiências científicas acerca da baixa espiritualidade, pois, como se diz comumente, eu tinha que experimentar e conhecer os dois lados da moeda, ou seja, a influência do ambiente terreno tanto em relação àquilo que eu era afim, como em relação àquilo que eu não tinha afinidade, e, ao mesmo tempo, demonstrando como se pode realmente sopitar a todos os atributos individuais inferiores para se completar a moral, e como se evolui espiritualmente em marcha acelerada para Deus. Foi por isso que Luiz de Mattos afirmou que todos iriam ver um fraco se tornar um forte.

Após realizar a todas essas minhas experiências científicas acerca da baixa espiritualidade, a minha próxima meta seria me livrar de todas as influências que o ambiente deste mundo exercia sobre mim, para que depois eu pudesse neutralizar as influências maléficas que ele exercia sobre todos os seres humanos, pois que esta era a única maneira por mim encontrada para que eu pudesse depois exercer a minha influência benéfica sobre todos eles.

Agindo intensamente nesse sentido, eu passei aos poucos a me isolar das influências do ambiente terreno, adentrando na solidão, para que sozinho pudesse ir de contra as influências das correntes deletérias que existiam nesse mar de lama pútrida que o cobria, por isso eu não admito companheiros de aflição, pois que a minha caminhada deve ser solitária. Assim, enquanto a maior parte dos seres humanos se esforçavam ao máximo para adquirir cada vez mais a cultura do ambiente terreno, e o restante se esforçava ainda mais para adquirir cada vez mais a erudição própria do ambiente terreno, eu agia exatamente de modo contrário, desprendendo um imenso esforço para excluir a todos esses conhecimentos mundanos do meu corpo mental.

Ora, eu já tinha apreendido em minha alma todas as experiências científicas acerca da baixa espiritualidade existente no ambiente terreno, tomando ciência de que nunca os conhecimentos acerca desse seu ambiente foram capazes de resolver os problemas do mundo, e muito menos extinguir o mal que nele emergia a todo instante em todos os seus setores da vida, com toda a sua potência, pois que na minha encarnação passada como Ruy Barbosa eu havia me tornado o maior erudito da raça, como assim nestes termos afirmou o próprio Luiz de Mattos, e me utilizando da minha erudição havia lutado com todas as minhas forças contra tudo isso, e nada havia conseguido de concreto em relação a essa minha tremenda luta. Então todos os conhecimentos que eu deveria apreender em meu corpo mental deveriam transcender ao ambiente terreno, portanto, deveriam ser universais. Do mesmo modo, todas as experiências científicas que se encontravam apreendidas em meu corpo mental, deveriam servir de instrumentos para que pudessem ser substituídas por outras experiências, de natureza saperológica, que deveriam transcender ao ambiente terreno, portanto, deveriam ser igualmente universais, para que assim pudessem corresponder a esses conhecimentos.

Em função disso, todas as experiências científicas que eu havia apreendido em meu corpo mental relativas ao ambiente terreno eram de fundamental importância para o alcance da minha grande finalidade, pois que somente com elas estando devidamente apreendidas em meu corpo mental é que eu poderia substituí-las por outras, não gradualmente, pois que não teria tempo para assim proceder, mas de uma única vez, procurando causar o menor impacto possível, mas sem deixar de causá-lo, justamente por isso essas experiências são de natureza científica, pois que sendo científicas elas podem facilmente ser substituídas por experiências de natureza saperológica, já que as ciências são todas filhas da Saperologia, assim como as religiões são todas filhas da Veritologia, e ainda, assim como as religiociências são todas filhas da Ratiologia, conforme tudo isso demonstrado em minhas obras explanatórias.

Mas mesmo realizando as minhas próprias experiências científicas, eu pude enfim me tornar uma tabula rasa. E assim, como tabula rasa, eu continuei as minhas experiências científicas, até concluí-las por completo, quando então me encontrei em condições adequadas para abandonar de vez o campo científico e adentrar no campo saperológico.

Mas nesse período de transição entre o campo científico e o campo saperológico, eu tive que investigar com acuidade os conhecimentos metafísicos acerca da verdade, intensificando profundamente os meus estudos sobre a doutrina racionalista cristã, sendo nesse período que muitas vezes eu saía dos estudos direto para o trabalho, sem dormir por um minuto sequer, tendo passado a frequentar a doutrina na filial de Fortaleza, presidida pelo meu grande amigo José Maia, tendo também presidido as sessões em muitas ocasiões, pois precisava limpar totalmente o meu corpo mental, uma vez que teria que passar por uma tremenda gnosiologia, através da qual teria que enfrentar o próprio Satanás, juntamente com todos os seus demônios, no antro do inferno, sozinho e sem a companhia de quem quer que fosse, como se tivesse sido o último dos anjos de luz enviados para salvar a nossa humanidade de mais uma extinção, pois foi justamente desta maneira que o Astral Superior me colocou sozinho no inferno, para que eu pudesse demonstrar ao mundo toda a minha ética, além da minha coragem e da minha boa vontade, poupando a minha querida mãe da desencarnação através da minha ética, já que ela não ofereceu qualquer resistência para o combate mortal, pois o Astral Superior me fez acreditar que ela era o próprio Satanás em pessoa. E assim eu pude me tornar o senhor do inferno.

Após esses estudos e frequentar com assiduidade a doutrina racionalista cristão, eu tive que retornar para as minhas experiências científicas, pois precisava enfrentar os espíritos quedados no astral inferior estando também esclarecido, pois apenas sentindo as suas influências maléficas em minha alma não seria suficiente o bastante para que a comunidade científica pudesse se convencer definitivamente das suas existências no ambiente terreno, por isso eu precisava formar um ambiente fluídico propício para que pudesse vê-los diretamente, em conformidade com a obra A Vida Fora da Matéria, publicada pela doutrina do Racionalismo Cristão, a fim de assim certificar de vez as suas existências. Eles, então, juntaram as suas falanges e tentaram de todas as maneiras me derrotar, inclusive se utilizando de médiuns aos seus serviços para me desencarnar, mas fui eu quem saiu vencedor, para que assim pudesse comprovar também a todos os seres humanos que os espíritos inferiores reunidos, sejam em quantas falanges forem, não podem jamais derrotar um espírito superior. E assim, eu considerei como estando concluídas todas as minhas experiências científicas no ambiente terreno acerca da baixa espiritualidade.

O meu próximo passo seria concluir os meus estudos acerca de toda a doutrina do Racionalismo Cristão, e iniciar os meus estudos das obras escritas pelos grandes espíritos, pelas grandes mentalidade que poderiam me servir de apoio para as minhas intenções espiritualizadoras em relação à minha humanidade, pois que assim, somente assim, eu poderia resolver os magnos problemas do mundo, os quais já se encontravam todos apreendidos em minha alma, pelo que eu teria que encontrar as suas correspondentes soluções, e estas teriam que ser universais, pelo que eu teria que transcender totalmente a este mundo, universalizando-me.