Quando das minhas experiências científicas, eu tinha que formar um ambiente fluídico propício para que pudesse ter a visão direta dos espíritos quedados no astral inferior, e assim poder testemunhar as suas existências, para que então pudesse certificar a realidade da influência negativa da baixa espiritualidade nos espíritos encarnados, pelo que fiz uso de drogas ilícitas, indo contra tudo aquilo que era recomendado pela classe médica e pelas lideranças governamentais. Mas eu não fiz uso de drogas ilícitas somente com esta finalidade, tendo esta minha experimentação científica também outras finalidades, como, por exemplo, sentir todo esse mal em minha alma para que depois então pudesse combatê-lo, pois segundo Umbelina Maria dos Santos Guimarães, em sua obra A Luta do Bem Contra o Mal, a página 53, tratando do problema das drogas, o fato é o seguinte:
“Nos dias atuais, a Organização Mundial de Saúde (O.M.S) classifica o abuso de drogas como uma ‘doença social epidêmica’, isto é, uma verdadeira ‘epidemia social’.
Como se sabe, a epidemia é o aumento do número de casos de uma doença em um determinado lugar, de forma incontrolável. Por exemplo: o aumento não esperado do número de casos de meningite, paralisia infantil, Aids, etc. Nas epidemias, existem sempre três fatores atuando em cadeia: o agente (que são os micróbios ou vírus), o homem ou animais e o ambiente favorável aos surtos epidêmicos como as condições sanitárias precárias, a promiscuidade, a temperatura adequada e outros.
No caso do abuso de drogas ou toxicomania, são três os elos que formam a epidemia social: as drogas, os agentes (pessoas) e o ambiente favorável (famílias, grupos de colegas, escola, etc.)”.
Assim, estava eu dentro do banheiro posto logo ao lado do meu quarto, ou estando em minha suíte, fazendo uso de drogas ilícitas, quando de repente tomei um pequeno susto e de imediato me virei em direção da sua causa, quando então tive a visão de dois vultos postos bem colados juntos à cerâmica do banheiro. É óbvio que eu não iria partir para o confronto direto, nem que eles tivessem aparecido em forma de ser humano, pois sabia se tratar de espíritos quedados no astral inferior, e eles não possuíam corpos carnais que permitissem tal confronto direto. Porém, de qualquer modo, eles iriam levar uma dura repreensão, mas antes de qualquer iniciativa da minha parte neste sentido, eles logo desapareceram. Os quadros abaixo mostram as figuras dos dois espíritos inferiores que me apareceram.

Para aqueles que são céticos, que ainda não acreditam na espiritualidade, mas que não sabem nem se realmente existem, eu não estava realizando nenhuma experiência científica, mas apenas fazendo o uso indevido de drogas ilícitas, para as quais eu tinha inclinação, e as duas figuras que tive a oportunidade de ver eram frutos das alucinações causadas pelo uso da droga, pelo delirium tremens, ou então oriundas da minha própria imaginação.
Tudo bem. Cada um pensa aquilo que queira pensar, em conformidade com a sua própria imaginação, e contra isso eu nada posso fazer, pois o pensamento é produzido individualmente por cada um. Em sendo assim, caso esses céticos detenham em si algum senso de racionalidade, caso detenham em si algum senso de lógica, desde que sejam um tanto justos, ou coerentes consigo mesmos, que me respondam as seguintes questões:
- Por que abandonei definitivamente o uso de drogas ilícitas, sem a mínima possibilidade de retorno, se com elas eu tinha alguma afinidade?
- Por que muito antes dessa minha visão a própria doutrina do Racionalismo Cristão, em sua obra A Vida Fora da Matéria, trata exatamente da figura da bola preta como sendo a forma original desses espíritos inferioríssimos?
- Por que logo após eu abandonar o local em que me encontrava, que era o meu banheiro, no qual eu tive essa visão, e me dirigir à cozinha da minha casa, aonde se encontrava a minha esposa, ela olhou para mim e pôde contemplar a minha aura, que permanecia branca e inviolável?
- Por que eu não tive o mínimo resquício de medo, como aqueles que têm visões consideradas como sendo sobrenaturais, ou que são considerados como sendo doentes mentais, portadores do delirium tremens, uma forma de perturbação mental passível de ocorrer em alcoólatras e em viciados em drogas?
- Por que eu não me encontrava caracterizado por tremores, suores, dor precordial, agitação e outras alucinações terrificantes, permanecendo calmo e ciente daquilo que realmente havia visto, inclusive me dirigindo em direção à minha esposa, quando ela então pôde contemplar a minha aura, sem nada lhe revelar acerca da minha visão, caso estivesse realmente com delirium tremens?
- Por que outras vezes eu fiz o uso de drogas ilícitas e nunca mais tive este tipo de visão?
- Por que a doutrina do Racionalismo Cristão afirma que é preciso sentir o mal em nossas almas para que depois então possamos combatê-lo com eficácia?
- Por que a doutrina do Racionalismo Cristão afirma que eu errei porque me deixei vencer pelas tentações?
- Por que a doutrina do Racionalismo Cristão afirma que se deve procurar primeiro o reino do espírito, sabendo-se que a baixa espiritualidade faz parte integrante do reino do espírito, e tudo o mais virá na ordem das legítimas aspirações, como realmente para mim veio, segundo a ordem das minhas aspirações?
- Por que os demais estudiosos podem ser cientistas da matéria, que não existe, e eu não podia ser um cientista da espiritualidade, que realmente existe?
Como se pode devidamente comprovar, até com sobras, eu vou para onde aponta a minha coragem, enquanto que os céticos vão para onde lhes aponta a imaginação. Por isso, caso eles tivessem um tanto de coragem, viriam diretamente em minha direção, e não em sentido contrário, pois seria em minha direção que ela certamente apontaria diretamente, como assim iria determinar a lógica racional.