℗ 0166

Luiz de Mattos afirma que cada um julga os outros por si, e isto não deixa de ter a sua legítima procedência, principalmente em relação aos corruptos, aos desonestos e aos bandidos de toda espécie, que pensam que, como eles, todos são corruptos, desonestos e bandidos. Mas os íntegros, os honestos e os honrados também julgam os outros por si, por isso, nesses seus julgamentos, tendem a confiar em demasia nos seus semelhantes, considerando que estes, como eles, são bem-intencionados, quando então são enganados, ludibriados, cujo fato ocorreu com o próprio Luiz de Mattos.

Faz-se mister estabelecer em nossa humanidade, aqui neste mundo Terra, o mais rápido possível, uma verdadeira hierarquia entre todos os espíritos que se encontram encarnados, afim de que, ao invés de cada um julgar os outros por si, os espíritos menos adiantados depositem as suas fés racionais nos espíritos mais adiantados, e estes depositem as suas convicções naqueles.

Eu me sinto muito honrado pelo fato de Jesus, o Cristo, haver depositado toda a sua convicção em mim, considerando que eu alcançaria a condição do Antecristo e que iria espiritualizar toda a nossa humanidade, esclarecendo-a sobre a vida fora da matéria, além de resolver os problemas do mundo, por isso eu vim para decretar o final de uma Grande Era e determinar o início de uma nova Grande Era. Eu, pelo meu lado, deposito toda a minha fé racional no nosso Redentor, o que é óbvio, pois em virtude de Deus se encontrar contido em cada um de nós, a fé racional não deixa de ser também a fé em Deus.