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Fica difícil a compreensão dos métodos empregados pelos professores de línguas, os quais ensinam as técnicas de interpretação de textos, mas nenhum possui a mínima noção de como interpretar os livros ditos sagrados à luz da realidade, com base na natureza, deixando-se levar pelo sobrenaturalismo, pelos misticismos e pelos dogmas.

Todos os professores de línguas deveriam se espelhar mais acentuadamente nas técnicas de interpretação empregadas na explanação do Racionalismo Cristão. É certo que na literatura existem grandes autores que merecem ser lidos e ter os seus textos interpretados, embora todos eles sejam ainda muito elementares, mas tem que ser assim, já que estão desenvolvendo os seus intelectos, e tal desenvolvimento é necessário para a evolução espiritual.

No entanto, existem muitos autores que não sabem sequer o que escrevem, tais são as ânsias para serem denominados de escritores, para venderem mais livros, pois o que eles querem é fama e saliência social, além da arrecadação. Para estes tais escritores, um cômico do Ceará, que é o Estado mais moleque do mundo, referindo-se a ele próprio, da maneira mais engraçada possível, criou um slogan que se encaixa perfeitamente nos perfis das mentalidades desses escritores, o qual diz o seguinte: “Bolachinha, o comentarista que não sabe o que diz”.