Em se falando da Inteligência Universal, eu devo falar também acerca da minha própria inteligência, que se encontra em ascensão para Ela, assim como a inteligência de todos os seres humanos, inclusive a inteligência dos seres infra-humanos.
Então eu sou um mestre! Mas ainda não um mestre universal, mas apenas um mestre da minha própria humanidade. Neste caso, eu vou me ausentar por um longo período da minha própria humanidade, para fazer um curso superior com a própria Inteligência Universal.
Mas na qualidade de mestre da minha própria humanidade, eu vou deixar um dever de casa para todos os meus alunos, cujo tempo para a resolução desse dever de casa será equivalente ao período da minha ausência, deixando outro mestre, Luiz de Mattos, o outro expoente da nossa humanidade, como sendo o grande responsável para que o dever de casa seja realmente elaborado com a devida precisão.
Aquele que conseguir fazer a parte que lhe cabe no dever de casa, deverá receber como prêmio uma posição única e insubstituível na organização hierárquica da nossa humanidade, em seus mais altos escalões, segundo a resolução desse dever, pois somente deverei voltar a ensinar neste mundo após a compreensão das soluções dos grandes problemas do mundo que consegui resolver e que deixarei como lição do dever de casa. É lógico que a compreensão das soluções desses problemas do mundo se encontra ao alcance do intelecto de todos.
E aqui eu deixo uma informação privilegiada para esse desiderato, que é a seguinte: basta apenas que cada um siga os seus próprios passos, os quais foram previamente traçados em plano astral, para que assim todos aprendam a caminhar com as suas próprias pernas!