15.03.02.08- Os métodos de execução do período da inquisição

No período da Inquisição, os métodos de tortura descritos no tópico anterior foram os mais utilizados. No entanto,  durante todo o período da Inquisição, além da tortura os inquisidores utilizavam vários métodos de execução dos condenados, além da fogueira, todos eles de uma crueldade quase sem limites, tais como:

GUILHOTINA

A guilhotina foi um instrumento de execução inventado por Ignace Guillotine, tornando-se um dos mecanismos mais conhecidos e utilizados para execuções. A lâmina, que era presa por uma corda e apoiada entre dois troncos verticais, descia violentamente sobre o pescoço da vítima, decapitando-a.

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SERROTE

O serrote era utilizado para punir principalmente aos homossexuais, destacando-se como sendo uma das formas mais cruéis de execução. Dois executores, cada um em uma das extremidades do serrote, partiam ao meio o condenado, que ficava preso pelos pés com as pernas entreabertas e de cabeça para baixo, sem qualquer possibilidade de reação. Em função da posição invertida, que garantia a oxigenação do cérebro e mantinha o sangramento, era comum que a vítima perdesse a consciência apenas quando a lâmina atingia a altura do umbigo.

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ESPADA, MACHADO E CEPO

Na época medieval, as decapitações eram a forma mais comum de execução. A decapitação através da espada era geralmente reservada aos nobres, por exigir uma técnica mais apurada por parte do executor e por ser mais suave que os outros métodos. O executor apurava a sua técnica em animais e espantalhos, cuja técnica adquirida ceifava a cabeça da vítima em um único golpe horizontal, atingindo fortemente o seu pescoço.

O machado era utilizado em conjunto com o cepo. A vítima era posta ajoelhada com a coluna vertebral curvada para frente e com a cabeça apoiada sobre o cepo. O executor, então, com um único golpe de machado, atingia o pescoço da vítima, decepando-a.

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GARROTE

O garrote era um tronco de madeira com uma tira de couro e um acento, no qual a vítima era posicionada sentada na tábua horizontal, de modo que a sua coluna ficasse ereta, em contato com o tronco, com a tira de couro ficando à altura do pescoço. Assim, à medida que a tira de couro era torcida pelo carrasco, ia asfixiando a vítima. Havia ainda uma variação, na qual havia uma punção de ferro presa ao tronco, na altura da nuca da vítima, que perfurava as suas vértebras à medida que a faixa de couro era apertada. Desta maneira, a vítima podia morrer tanto pela perfuração produzida pela punção como pela asfixia.

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GAIOLA SUSPENSA

A Gaiola Suspensa era uma gaiola um pouco maior do que as próprias vítimas. Nela, a vítima, nua ou seminua, era confinada e a gaiola suspensa em poste de via pública, passando dias em tal condição, morrendo de inanição ou então de frio, em tempos de inverno. O cadáver ficava exposto até que se desintegrasse.

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SUBMERSÃO

A submersão era utilizada como técnica de interrogatório, tortura, ou execução. Neste método, a vítima era amarrada pelos braços e suspensa por uma roldana sobre um caldeirão que continha água ou óleo ferventes. O executor soltava a corda gradativamente e a vítima ia submergindo no líquido fervente.

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EMPALAÇÃO

A empalação foi um método amplamente utilizado por Vlad Tepes, o qual consistia em inserir uma estaca no ânus, umbigo ou vagina da vítima, a golpes de marreta. Neste método de execução, a vítima podia ser posta “sentada” sobre a estaca ou, então, com a cabeça voltada para baixo, de modo que a estaca fosse penetrando lentamente nas suas entranhas, perfurando aos órgãos internos. Neste caso, dependendo da resistência física da vítima e do comprimento da estaca, a agonia podia se prolongar por horas.

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CREMAÇÃO

A cremação é um dos métodos de execução mais conhecidos e utilizados durante a Inquisição. Os condenados por heresia ou por bruxaria pela Igreja Católica eram amarrados em um tronco e queimados vivos. Para garantir que a vítima morresse queimada e não asfixiada pela fumaça, ela era vestida com uma camisola embebida com enxofre.

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MESA DE ESTIRAMENTO

Na execução na Mesa de Estiramento a vítima era posicionada na mesa horizontal e os seus membros presos às correntes que se fixavam em um eixo. À medida que o eixo era girado, a corrente esticava os membros, os ossos e os músculos da vítima, que se desprendiam. Muitas vezes, a vítima agonizava por várias horas antes de morrer.

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Nada se pode esconder da espiritualidade. Os sentimentos inferiores produzidos fornecem o poder para se praticar o mal. Enquanto que os pensamentos negativos produzidos fornecem as ações para a prática dos mal. Tudo isso fornece as imagens, que ficam gravadas nos fluidos. Todo ambiente fluídico deletério possui as imagens dos espíritos que formaram esse ambiente, que ficam gravadas para sempre. Tudo isso se encontra em inteira conformidade com o que Jesus, o Cristo, ensinou-nos, quando afirmou: “Serás o que pensares”. Em decorrência, aquilo que os espíritos quedados no astral inferior pensaram, assim eles serão.

No entanto, para que os queridos leitores possam adquirir uma ideia ainda mais aprofundada acerca das aberrações inquisitivas, eu vou expor nos tópicos seguintes alguns dos julgamentos sacerdotais relacionados aos grandes espíritos que encarnaram neste nosso mundo-escola para promover o progresso da nossa humanidade, para que assim possam comprovar que tanto os credos como as suas seitas, assim como toda a classe sacerdotal, são extremamente nocivos à nossa humanidade.