04- Introdução

Um dos elementos formadores da captação dos conhecimentos metafísicos acerca da verdade, sejam eles veritológicos ou religiosos, e da criação das experiências físicas acerca da sabedoria, sejam elas saperológicas ou científicas, é o método.

Na Veritologia, os conhecimentos metafísicos acerca da verdade representam um dos dois conjuntos que formam o Saber, por excelência. Enquanto que nas religiões eles representam um dos dois conjuntos que formam cada uma das parcelas do Saber, pois sempre quando os investigamos, em conformidade com um método pré-estabelecido, devemos sempre pôr em destaque as suas peculiares articulações, ordenando os resultados parciais de acordo com a realidade posta para nós, ligando-os com veracidade e rigor lógico para torná-los inteligíveis, consoante os casos, valendo-nos sempre de demonstrações, quando não, de teoremas, que são proposições que de certo modo carecem de demonstrações para se tornarem evidentes, para que, ao final, saibamos de todas e de cada uma das coisas, que são a razão de tudo, e de suas relações de causa com os fatos e os fenômenos.

Na Saperologia, as experiências físicas acerca da sabedoria representam o outro conjunto que forma o Saber, por excelência. Enquanto que nas ciências elas representam o outro conjunto que forma cada uma das parcelas do Saber, pois sempre quando as pesquisamos, em conformidade com um método pré-estabelecido, tal como na Veritologia e nas religiões, devemos sempre pôr em destaque as suas peculiares articulações, ordenando os resultados parciais de acordo com a realidade posta para nós, ligando-os com veracidade e rigor lógico para torná-los inteligíveis, consoante os casos, valendo-nos sempre de demonstrações, quando não, de teoremas, que são proposições que de certo modo carecem de demonstrações para se tornarem evidentes, para que, ao final, saibamos de todas e de cada uma das coisas, que são a razão de tudo, e de suas relações de efeito com os fatos e os fenômenos.

O método pode ser definido como sendo um conjunto de meios ou processos dispostos em conveniência lógica e racional para se alcançar a uma finalidade. Assim, o método é utilizado para se determinar a veracidade dos conhecimentos metafísicos acerca da verdade e a comprovação das experiências físicas acerca da sabedoria, para que assim se possa obter uma doutrina e um sistema congruentes, respectivamente, e, em consequência, alcançar a uma finalidade a qual se deseja. O método pode ser compreendido como sendo um valioso instrumento na forma de se evoluir pelo estudo, pelo sofrimento e ou pelo raciocínio, ou seja, a forma de aprender as atividades básicas exercidas pelos seres humanos.

O estudo é a forma de se evoluir por intermédio da propriedade da Força, através da qual se pode captar os conhecimentos metafísicos acerca da verdade e desenvolver os atributos individuais superiores que formam a moral, com tudo isso ocorrendo por meio do magnetismo, através das vibrações magnéticas, que se propagam pelos fluidos. Vale aqui ressaltar, que foi principalmente através do estudo e, secundariamente, através da intuição, valendo-se do seu fabuloso criptoscópio, que Luiz de Mattos conseguiu captar os conhecimentos metafísicos acerca da verdade, e se valendo do seu intelecto já grandemente desenvolvido, que ele conseguiu criar determinadas experiências físicas acerca da sabedoria e as inserir na doutrina racionalista cristã, colocando-a relativamente ao alcance da compreensão humana, para que assim a verdade pudesse imperar no seio da nossa humanidade, com a própria Saperologia a chancelando como sendo autêntica e verdadeira, como mais esta obra assim está a chancelar e a autenticar.

O sofrimento é a forma de se evoluir por intermédio da propriedade da Energia, através da qual se pode criar as experiências físicas acerca da sabedoria e desenvolver os atributos relacionais positivos que formam a ética, com tudo isso ocorrendo por meio da eletricidade, através das radiações elétricas, que se propagam pelos fluidos. Vale aqui ressaltar, que foi principalmente através do sofrimento e, secundariamente, através da intuição, valendo-se do meu intelecto, que eu consegui criar as experiências físicas acerca da sabedoria, e me valendo do meu criptoscópio já grandemente desenvolvido, que eu consegui captar determinados conhecimentos acerca da verdade, para que assim pudesse explanar o Racionalismo Cristão com eficácia.

O raciocínio é a forma de se evoluir por intermédio da propriedade da Luz, através da qual se pode coordenar os conhecimentos metafísicos acerca da verdade e as experiências físicas acerca da sabedoria, assim como também os atributos individuais superiores que formam a moral e os atributos relacionais positivos que formam a ética, tornando os seres humanos verdadeiramente educados, com tudo isso ocorrendo por meio da luz astral, através dos raios de luz, que se propagam pelos fluidos. É o raciocínio que faz valer realmente a consciência.

Em função disso tudo, eu jamais poderia escrever as minhas obras explanatórias acerca do Racionalismo Cristão, sem que viesse a mencionar o método que por mim foi adotado para me tornar competente neste meu desiderato. No entanto, o método por mim adotado foi empregado de modo espontâneo, natural, sem elementos ensaiados ou estudados, inclusive não sendo de caso pensado, pois simplesmente me dispus a escrever sem um maior preparo anterior no âmbito da investigação e da pesquisa, movido apenas pelo ímpeto do meu “eu”, o qual encerrava um grande ideal que se encontrava calado, latente, oculto, por isso precisava emergir, vir à tona.

Sem ao menos perceber que era apenas uma tabula rasa, tal o doloroso estado de ignorância em que me encontrava, predispus-me, mesmo assim, a escrever para a minha humanidade aquilo que julgava ser a verdade, embora o meu conhecimento sobre a mesma fosse apenas aquilo que superficialmente havia estudado nas obras editadas pela doutrina do Racionalismo Cristão. Mas algo em meu espírito não se conformava com tal nível de conhecimento.

No início foi terrível!

Ao me sentar pela primeira vez para escrever a respeito de qualquer assunto, fosse de que natureza fosse, via-me quase como que a entrar em pânico. Por mais que tentasse, por mais que insistisse, por mais que perseverasse, nada conseguia expressar. Voltava-me para mim mesmo no intuito de extrair, da forma que fosse, algo que pudesse transmitir aos meus semelhantes. Mas nada de concreto conseguia encontrar em mim mesmo, que de mim mesmo pudesse extrair. Era como se tudo fosse um imenso vazio no meu interior. Ou nada de útil existia dentro de mim, na realidade, ou algo por demais abstrato deveria se manifestar por si, de forma espontânea, ou fosse lá como fosse, desde que não me submetesse ao brutal comando do inconsciente desnorteado, agindo puramente por instinto, mas agindo racionalmente. 

Assim, passei um bom tempo vasculhando os recônditos mais íntimos de minh’alma, em uma ânsia quase incontida por descobrir alguma fonte, pequenina que fosse, mas que dela pudesse jorrar alguma sabedoria, ou, pelo menos, algo que de mim pudesse mostrar, desde que fosse útil e benéfico a toda a minha humanidade, e que dela viesse a refletir uma imagem real, autêntica, verdadeira, portanto, uma imagem pura, sem artifícios, in natura, para que então pudesse ser mostrada com honra aos demais seres humanos.

Como estava difícil!

Nem ao menos eu tinha cá comigo uma boa noção da pontuação das palavras. Não fazia sequer uma ideia aceitável das regras gramaticais da minha própria língua. O meu vocabulário, pela sua limitação de termos, não podia fazer frente às inquestionáveis exigências contidas nas especulações e nas hipóteses dos universos metafísico e físico, respectivamente.

Quanto desdouro, quanta insensatez, quantas coisas postas na conta do absurdo se me apresentavam!

Desistir? Nunca! Retroceder? Jamais! Se eu não conseguia transmitir algo que fluísse racional e conscientemente de mim mesmo, que tentasse, pelo menos, algo transmitir. E esse algo eu teria que escrever, fosse de que maneira fosse.

Com a mente estando já por demais cansada de tanto ser forçada a algo a que ainda não estava habituada, eu comecei a fazer alguns rabiscos em uma folha de papel. E assim passei toda uma noite e parte da madrugada para escrever cinco pequeninas linhas que mais pareciam um verso de segunda categoria.

Esgotado, considerei aquilo algo tremendamente ridículo. Amassei a folha de papel e a joguei no lixo. A minha mulher, que estava a me observar sem que disso me apercebesse — estava ainda recente no segundo casamento —, apanhou a folha de papel e, silenciosamente, sem a minha presença, colocou-a em cima da mesa. Ao juntar alguns livros e papéis, antes de me deitar, percebi a presença daquela folha de papel que havia lançado ao lixo. Que é isso! Será que enlouqueci de vez antes do tempo!

Estava como se quisesse e pudesse exprimir mais uma exclamação, quando, de repente, a minha mulher me revelou haver sido ela quem havia apanhado a folha de papel e a colocado em cima da mesa. Sorri para ela, e lhe disse para não mais se preocupar, pois que aquilo tudo era tolice, algo sem sentido, que carecia de qualquer valor, e que ainda bem que ninguém havia visto aquilo que eu havia passado tantas e tantas horas para escrever, já que assim não estaria sujeito a passar por maiores vexames, frente a algum companheiro, como sendo ridículo. Assim dizendo, amassei novamente a folha de papel, fiz com ela um pequeno rolo e, automaticamente, arremessei-a novamente ao lixo.

No dia seguinte, à noite, lá estava eu sentado à mesa, na posição característica de quem estava realmente disposto a escrever. Mas, infelizmente, continuava a não ver em mim mesmo nenhum conteúdo. Então, enquanto forçava a mente mais uma vez, comecei a remexer nos meus livros e papéis, em busca de alguma inspiração. E para a minha máxima surpresa lá estava ela outra vez, aquela frágil folhinha de papel, toda esticadinha, toda engomadinha, embora não conseguisse esconder os resquícios das amassaduras efetuadas por mim, na noite anterior. Com a mente já descansada, reli aquilo que anteriormente havia escrito.

Inesperadamente, as coisas começaram a fazer sentido. Mas tal sentido, não restava a menor dúvida, era somente para mim e para mais ninguém. Percebi que qualquer outra pessoa que viesse a ler o que ali estava escrito viria a achar tudo completamente sem sentido. Enfim, o primeiro momento de alegria. Corri um tanto quanto afoito para a minha mulher e lhe falei entusiasmado da importância daquele papel que, por duas vezes, ela havia feito retornar para mim. Era a minha forma de lhe agradecer o zelo pela vocação do marido.

Sim, algo me fazia pensar que aquilo que estava escrito naquela amarrotada folhinha de papel era algum despertar. E como este despertar se referia diretamente a mim, era bastante lógico que somente eu pudesse compreendê-lo. Assim, resolvi inserir esse despertar como sendo a primeira parte desta minha obra relativa ao método.

Já estava principiando a traçar um início ou um caminho para a minha primeira obra, embora ignorasse que no futuro ainda precisasse sentir as forças adversas do ambiente terreno e das suas estratégias de ataque, absorvê-las completamente em minha alma e depois repeli-las.

Nessa mesma noite, parti célere em busca da segunda parte, ou seja, dos elementos necessários que me permitissem chegar aonde eu queria e deveria chegar. Foi assim que pude escrever a segunda parte da obra relativa ao método, ou seja, A Luta em Busca da Sabedoria e da Verdade.

Ao escrever esta segunda parte do método que principiava a seguir, já estava com o raciocínio mais leve, mais solto, meditando profundamente, por isso consegui detectar quais seriam os meus cinco elementos necessários para a luta. Confesso que tive sérias dificuldades em detectar o quinto.

Mas assim tinha que ser, para que eu pudesse perceber que este quinto elemento, difícil de ser detectado, era à prova de qualquer manuseio humano, principalmente de qualquer manuseio por parte de mim. Desta maneira, parti em busca desse tal elemento e de outros elementos necessários mais. Porém, de uma maneira muito especial: ao meu modo.

Daí em diante, resolvi anexar tudo aquilo que fosse escrevendo ou que me viesse às mãos, mesmo que aparentemente o assunto não procedesse naturalmente um do outro, não importando a sua ordem ou a lógica entre si, mas desde que o seu teor tocasse diretamente ao meu espírito.

Se assim eu resolvi proceder, fi-lo de forma natural, espontânea, talvez até intuitiva, mas não obedecendo a qualquer instrução ou procedimento teórico previamente estudado, simplesmente porque eu ignorava qualquer método acerca dos estudos transcendentais, sobre investigação e pesquisa, ou sobre qualquer teoria da forma de pensar e de raciocinar.

A luz sobre esse método que havia sido por mim adotado, surgiu quando eu estava a conversar certo dia ao telefone com um dos meus irmãos, o Kelsen, já desencarnado, presidindo em plano astral atualmente a filial do Racionalismo Cristão de Campinas -SP, que na época morava nesta cidade. No meio da conversa, ele me falou sobre o Discurso do Método e Meditações da 1.ª Filosofia, o qual havia sido elaborado por Descartes. Isto calou fundo no meu espírito. Ora, não podia o fruto de tal conversa ser apenas uma mera coincidência, ou, simplesmente, uma banal obra do acaso, pois que ambos não existem.

Por tudo o que tem por base a sinceridade! Eu já estava procedendo a esse método, já o estava utilizando, já o estava seguindo, mesmo sem o saber, além de também estar meditando profundamente sobre a própria Saperologia.

Como que afoito, deveras esperançado, sem deixá-lo desligar o telefone, corri a buscar lápis e papel, voltando em um piscar de olhos, para lhe fazer repetir tudo o que havia me dito sobre esse tal Discurso do Método e Meditações da 1.ª Filosofia, desse tal de Descartes, que tinha ouvido falar apenas na Matemática. E não me importei nem um pouco se ele estava repetindo de forma literalmente correta, ou não. O mais importante, para mim, era que eu já me deparava com mais coisas que me vinham às mãos, e desta vez começava a se fazer a lógica daquilo que eu queria e devia realizar.

Daí por diante, creio, iniciei com mais lucidez a minha tremenda luta pelo esclarecimento da minha humanidade. Hoje, eu já me encontro em um estado de lucidez muito mais avançado. Mas na época me faltava, e isto eu sentia terrivelmente, a profunda erudição de outrora, quando encarnado como Ruy Barbosa. Porém, hoje estou bem mais suprido do raciocínio e da lógica de que outrora era possuidor. E o que é melhor e que faz uma profunda diferença: esclarecido. Acredito que seja muito mais difícil se obter um raciocínio lógico e profundo, do que se obter a erudição. Para esta, basta apenas estudar e ter memória material; para aquela, faz-se mister o esclarecimento espiritual, acompanhado de um tremendo esforço e uma imensa boa vontade.

Já um tanto quanto esclarecido, espiritualmente falando, consegui concluir a esta minha primeira obra, a qual deixei em uma espécie de “banho maria”, à espera da aquisição de maiores conhecimentos, pois precisava de uma certa erudição, que só poderia obter lendo as obras dos grandes espíritos que marcaram e influíram profundamente na História da Civilização.

Um fato assaz interessante, que por hipótese alguma foi coincidência ou obra do acaso, pois que tais não existem, como dito, já que a coincidência ou o acaso se relacionam com algo ignorado, aconteceu quando eu estava tomando uns goles de cerveja em uma roda de conhecidos, quando um deles foi embora e esqueceu sobre a mesa um livro cujo assunto tratava sobre a história da Filosofia. Ao também ir embora, levei aquele livro para a minha casa, na intenção de devolvê-lo em um outro dia, ao me encontrar com ele no mesmo local, pois não sabia aonde ele morava.

No outro dia, à noite, observei o livro sobre a mesa de jantar. Comecei então a lê-lo, e logo na introdução percebi o quanto a linguagem era difícil. Passei direto para o primeiro capítulo. Então comecei a fazer críticas diretas sobre o teor da obra. Pensava comigo mesmo: isso é assim e não como está escrito; isso está errado e deveria ser de outro modo; está faltando isso, aquilo e aquilo outro. Ao concluir a leitura já havia separado aquilo que procedia daquilo que não procedia.

Então, a partir daí, passei a frequentar assiduamente as livrarias que vendiam livros usados, os famosos sebos, pois a minha renda não era lá muito elevada, por isso não permitia a aquisição de livros novos, face aos seus elevados custos, e assim mesmo os livros novos não continham os assuntos que mais me interessavam. De qualquer maneira, isso foi deveras salutar, pois consegui fazer grandes aquisições, que talvez não estivessem à disposição como livros de primeira mão. Após ler uma quantidade razoável de autores, dei-me a tarefa de separar tudo aquilo que procedia daquilo que não procedia, que assim me serviu de fonte para compor todo o esboço da minha segunda obra, que dizia respeito ao sistema,

Infelizmente, após algum tempo, talvez por excesso de modéstia, o que não sei afirmar a contento, achei-me insignificante demais para cumprir com a minha missão neste planeta, achando que ela deveria ser reservada a alguém que fosse de fato importante, que realmente tivesse valor, e não a um simples e vulgar ser humano como eu, sem eira e nem beira, como se diz comumente por aí.

Em decorrência, passei alguns anos ao léu, sem me importar muito com os estudos, chafurdando o mundo em busca de aventuras, que talvez não seja o termo mais apropriado, já que ignorava que estava a realizar as mais profundas experiências científicas humanas que alguém jamais havia realizado, as quais o querido leitor deverá estar ciente em grande parte, mais à frente, quando estiver a ler as cartas dirigidas à minha querida mãe, única forma pela qual eu pude abrir a minha alma totalmente a outro ser humano. E tudo isso sem me importar nem um pouco com a opinião alheia, notadamente a dos familiares, convicto que era de que nenhuma maldade existia em minha alma, assim como também convicto que era de que nenhuma tendência ou inclinação eu tinha para as ações mundanas que estava a praticar, ou algo parecido com isso.

Posteriormente, algo muito importante me confortou plenamente em relação a todas essas minhas experiências científicas mundanas, proporcionando-me um verdadeiro refrigério. Foi quando eu fiquei ciente da afirmativa do extraordinário veritólogo Luiz de Souza, quando ele assim se expressou, em sua obra, Ao Encontro de Uma Nova Era, a página 108, como que prevendo de antemão a todas essas minhas experiências científicas, dizendo o seguinte:

“Aqueles que trazem a incumbência de missões mais destacadas, estudaram-nas em seus mundos, antes de encarnar, para contornar os riscos a que se iriam expor na Terra, de modo que os que vêm errando não foram apanhados de surpresa no torvelinho da vida, mas se deixaram vencer pelas tentações, afogando-se, conscientemente, no mar das seduções (grifo meu)”.

E tal afirmativa eu trouxe diretamente para mim, pois fazia lógica em tudo aquilo que eu estava a experimentar neste mundo, além de outras afirmativas dele e de mais alguns veritólogos, como que estivessem a pavimentar a estrada para o meu duro caminhar neste mundo.

Hoje, após se haverem cessado todas essas experiências científicas acerca deste mundo, considerando-me um dos homens mais felizes entre todos os homens, por não mais estar vivendo materialmente ao léu, assim como vive a quase totalidade dos meus semelhantes, só que de minha parte era pseudamente, já que eu estava cumprindo com as minhas obrigações e com os meus deveres neste mundo, assim como com a minha missão, aos quais eu me comprometi a cumprir, assim como todos os seres humanos que ora aqui se encontram se comprometeram a cumprir, quando nos encontrávamos em nossos Mundos de Luz; encontro-me agora proporcionando maiores esclarecimentos aos seres humanos e dirimindo quaisquer dúvidas em relação aos assuntos abordados, efetuando na minha explanação do Racionalismo Cristão, a chamada geral dos espíritos para o engajamento na nossa Grande Causa, encontrando-me aqui à espera daqueles de boa vontade que também resolvam cumprir com os seus deveres e com as suas obrigações assumidos em plano astral, tanto para consigo mesmos como para com os seus semelhantes.