São Tomás de Aquino é considerado como sendo o expoente máximo da Escolástica, que os estudiosos do assunto deixam em evidência ao dividirem-na em pré-tomista e pós-tomista.
Os principais pré-tomistas são João Escoto Erigena, que criou uma estrutura quaternária da natureza para provar a existência do deus bíblico; Santo Anselmo, que afirmava que se podemos imaginar no nosso intelecto algo perfeito como o deus bíblico, isto em si já é prova de que ele existe de fato, cujo pensamento é muito polêmico e refutado, principalmente por Gaunilode Marmoutiers, que afirmava que se somos capazes de imaginar uma ilha maior do que todas as ilhas, isto não quer dizer que ela necessariamente exista; e Abelardo, considerado pelos estudiosos como sendo um dos mais ousados pensadores do século XII.
Os principais pós-tomistas foram Duns Scoto e Guilherme de Ockham, embora tenham existido outros, mas que não são relevantes para serem mencionados nesta obra, uma vez que as suas contribuições são de menos importância, principalmente se levarmos em consideração a improcedência de todos esses pensamentos.
Vale aqui salientar que Agostinho de Hipona não faz parte do pensamento escolástico, como muitos estudiosos pregam por aí, tendo sido ele o maior nome da Patrística, que vigorou neste mundo bem antes da Escolástica.